Repertório
           Clube da Bossa

LISTA DE MÚSICAS

Lista em constante ajuste e expansão. Por mais exaustivo que fosse o trabalho de pesquisa, os colaboradores que elaboraram esta lista, por razões óbvias, não teriam condições de considerá-la pronta e acabada. Por esta razão a mesma está sendo revisada por Roberto Menescal, Marcos Valle e o maestro Severino Filho “Os Cariocas”.

O Clube da Bossa Nova não promove shows, faz educação musical. Não faz lançamentos de CDs, salvo se as composições se enquadrarem no estilo da Bossa Nova.

O maior objetivo do Clube da Bossa Nova do Brasil é o de preservar e difundir a Bossa Nova, de tal forma que a população futura saiba e viva este verdadeiro estilo musical brasileiro, catalisado nos anos 50, razão pela qual a lista está dividida em três grupos.

Os eventos do clube deverão conter em seu repertório:

  • 50% (cinquenta por cento) da Bossa Nova de raiz do Grupo A;            
  • 20% (vinte por cento) de músicas correlatas do Grupo B;      
  • 30% (trinta por cento) de músicas de muito boa qualidade, relacionadas no Grupo C.

Poderão ser permitidas músicas autorais de Bossa Nova ou até duas músicas que não estiverem dentro do espírito da Bossa Nova, sob consulta prévia.

Grupo A – Bossa Nova de raiz

 As músicas do Grupo A são aquelas que representam a Bossa Nova de raiz produzida hoje e sempre. Representam por sua arquitetura musical o que foi e o que é a Bossa Nova.

Grupo B – Músicas correlatas

Correlatas são aquelas músicas próximas à Bossa Nova e que dialogam, trocam experiências com o gênero musical, ainda que mais recentes, bem como aquelas que contribuíram para a construção da cultura musical dos precursores da Bossa Nova, tais como:

Cancioneiro brasileiro: Pixinguinha, Noel Rosa, Cartola, Custódio Mesquita, Villa Lobos e Ary Barroso, dentre tantos.
Cancioneiro americano: Gershwin, Porter, Rodgers, Bacharach etc.
Não se incluem o Ragtime, o Blues, o Bee Bop, o Hard Bop e o Rock and Roll.
Cancioneiro Francês: ou Vaudeville, a exemplo das músicas de Charles Trenet, Yves Montand e Michel Le Grand, dentre outros.

Grupo C – Músicas de muito boa qualidade

São aquelas músicas que não se revestem do “espírito da Bossa Nova”, mas que, pela qualidade, são bem-vindas.

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